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História dos 4x4
NA GUERRA Jeeps
podiam levar metralhadoras, na versão "agressiva""Meu jeep foi usado em combate na Segunda Guerra..." 99,9% improvável. A não ser que haja uma evidência muito clara na originalidade deste veículo, como marcações, placas de identificação originais ou mesmo alguma foto comprovatória.
Levando em conta a pequena produção da Bantam, a
sua situação financeira e as vantagens do veículo da Willys; o contrato do
Exército foi vencido pela Willys. O primeiro contrato foi para 16.000
veículos (125 ao dia). Como o Departamento de Guerra exigia a fabricação de
um número grande de veículos num tempo relativamente curto, a Willys
concedia para o governo dos Estados Unidos uma licença de não exclusividade,
permitindo que outra companhia fabrica-se o veículo usando as especificações
da Willys. Seguindo este acordo, a Willys forneceu para a Ford Motor Co.
todas as especificações. Então a Ford recebeu a primeira encomenda de 15.000
veículos.
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Os primeiros 25.808 Willys MB usaram uma grade
de aço soldado, bem parecido com o design do Ford GP, esta é a principal
diferença entre outras dos Willys MB seguintes. Aproximadamente 200 Willys
MB Slat sobreviveram até os dias de hoje. Durante Segunda Guerra Mundial,
Willys e Ford atenderam mais de 700.000 encomendas, com a Willys fornecendo
mais de 368.000 unidades. Todos os modelos são similares, o modelo da Willys
é chamado de Willys MB e o modelo da Ford chama-se GPW, mas, a maioria de
suas peças são intercambiáveis. Algumas versões como anfíbios, ambulâncias,
pára-quedista, trator e meia lagarta também foram construídos. A importância
do Jeep ® durante a Segunda Guerra Mundial é um fato incontestável. Tanto
que o General George C. Marshall considerou o Jeep ® como "a maior
contribuição da América à guerra moderna".O correspondente de guerra Ernie
Pyle caracterizou o Jeep ® deste modo. "Eu acho que nós não poderíamos
continuar sem o Jeep ®. É fiel como um cachorro, forte quanto uma mula e
ágil como uma cabra. Constantemente leva o dobro para o que foi projetado e
ainda se mantém andando ". O Jeep ® serviu em todas as frentes da Segunda
Guerra Mundial se tornaram uma parte vital de toda a ação em terra. Eles
foram
usados
como veículos de reconhecimento, pick-up, para comunicações telefônicas,
transportar feridos e como táxi para levar os Comandantes, Generais,
Primeiros-Ministros e Presidentes.
Transportaram
de tudo, metralhadoras, canhões de 37 mm, munição, cabos, lixo... dos
pântanos tropicais da Nova Guiné as gélidas regiões da Islândia. O Jeep ®
eram usado por todos os militares americanos e grandes números foram também
enviados às Forças Aliadas do Canadá, Inglaterra, Austrália e Nova
Zelândia.Eles eram engradados e transportados, desmontados e montados,
modificados e convertidos, moviam-se por mar, trilhos, estradas e ar.
Tripulações de transporte poderiam carregar um veículo Jipe completo em um
avião de carga C-47, pois eles precisavam estar fácil e rapidamente na linha
frente, onde eles eram mais necessários.Junto como com o contrato do GPW a
Ford recebeu um contrato para fabricar o anfíbio GPA, principalmente em
reconhecimento da grande capacidade de produção da companhia. Mas
desenvolvimento e teste foram apressados, havia numerosos atrasos no
processo de produção, e o resultado era menos manobrável que o trabalho
exigia. Apesar disso, 12.778 GPA foram construídos, com um casco cercando um
interior semelhante ao do GPW, e uma saída de força para a hélice. De onde
veio o nome Jeep ®? Embora ninguém realmente tenha certeza, há muitas
teorias. Algumas pessoas dizem que o nome Jeep ® veio da pronuncia do
anacronismo da sigla G.P., termo criado pela engenharia da Ford. Outra
explicação, de acordo com o Coronel A.W. Herrington, é que o nome era usado
em Oklahoma já em 1934 para designar um caminhão equipado com equipamento
especial para perfurar poços de petróleo.Outros reivindicam que o veículo
foi chamado de Jeep ®, em referência ao personagem "Eugene o Jeep" da
história em quadrinhos do Popeye de 1936 por E.C. Edgar. Eugene o Jeep, era
um pequeno animal de olhar diabólico com o poder de viajar entre dimensões e
resolver todos os tipos de problemas. Outra versão ainda, é a de Irving
"Red" Haussman, o piloto de teste da Willys que testou o primeiro modelo e
pegou o nome Jeep ® que alguns soldados do Campo Holabird tinham usado. Logo
após, Red fez uma demonstração para um grupo de Washington, D.C. No grupo
tinha Katherine Hillyer, repórter do Washington Daily News que escreveu um
artigo sobre o veículo, que foi publicado em fevereiro de 1941 com a legenda
da fotografia, "Jeep Escala Degraus do Capitólio". Esta foi talvez a
primeira referência ao nome Jeep ® pela mídia. Qualquer que for a origem do
nome Jeep ®, a marca Jeep ® se tornou uma das mais reconhecidas marcas no
mundo.
O JEEP CIVIL Já em 1942, antes
da guerra da Europa ou do Pacífico acabar, a Willys-Overland reconheceu que
os populares veículos Jeep ® podiam servir o mercado de civil. A frase "O
Jeep ® em trajes civis" freqüentemente apareciam na revista da
Willys-Overland e em anúncios de jornal publicados na frente de batalha
durante e logo após à Segunda Guerra Mundial. Desde o inicio, os veículos
Jeep ® capturaram a atenção e admiração das pessoas em todos lugares. Eles
serviram seus países na guerra na Europa e o Pacífico, e levaram uma vida
surpreendente, enquanto ajudavam a derrotar o Eixo e a trazer paz ao mundo.
No fim da Segunda Guerra Mundial, a Willys continuou fiel ao seu lema de
produção em vigor durante a guerra: "O sol nunca se põe sobre um Jeep ®
Willys".Outro anúncio das façanhas heróicas do Jeep ® na guerra, declarando
"o poder e a força do versátil Jeep ® servirão a muitas necessidades nos
anos de reconstrução à frente". É possível que os responsáveis pela
Willys-Overland tenham traçado o futuro do Jeep ® nesta declaração, extraída
de uma nota interna de 1946: "O Jeep ® do futuro estará sempre em constante
evolução e continuará a evoluir à medida que novas utilizações para ele
sejam descobertas. O Jeep ® é um veículo funcional, em mutação constante.
Diferente dos veículos de transporte clássicos, ele não se restringe apenas
ao transporte."Willys começou a promover a versatilidade do Jeep ® como
veículo de entrega, trabalho e recreativo com citações como: "Quando eu
voltar eu adquirirei um Jeep ®. Será um ótimo carro de entrega", "Um Jeep ®
pode superar um grupo de cavalos para arar a terra." e "Não seria nenhuma
ótimo ter um Jeep ® no lago depois da guerra? Você Jeep ® também está
planejando?".Em verdade, a evolução do Jeep ® para o mercado civil tinha
começado antes da vitória. Em 1944, foram desenvolvidos planos para se
utilizar o Jeep ® na agricultura. Com esse objetivo, a Willys-Overland
produziu 22 protótipos do veículo civil, com o nome de CJ-1A ou "Civilian
Jeep", a partir do primeiro modelo do exército.
Esses protótipos levaram à produção do primeiro Jeep ® civil, o CJ2A,
lançado em agosto de 1945, ao preço de US$ 1.090,00. Anúncios proclamavam
"Uma usina de força sobre Rodas", novamente vendendo como um veículo de
trabalho para os fazendeiros e trabalhadores de construção. Veio com uma
porta traseira, estepe montado lateralmente, faróis maiores, limpador de
pára-brisas automáticos, tampa do tanque de combustível externa e muitos
mais artigos que seus antecessores militares não incluíram. O nome Jeep ®
deveria estar presente na porta traseira, nos vidros e no capô desses
modelos. Mas no início da produção, a Willys-Overland ainda estava em
disputa judicial sobre a origem do nome comercial Jeep ®, com a American
Bantam Car Co. e com a Minneapolis Moline Power Implement Co, perante a
Comissão Federal do Comércio. Desta forma, os modelos de produção do CJ2A
saíram das linhas de montagem de Toledo, com o nome Willys. Um total de
214.202 CJ2A foram construídos. Em 1949 é lançado o CJ3A. Muito similar ao
CJ2A em aparência, mas com transmissão e caixa de transferência mais
robustos. Um total de 131.843 CJ3A foram construídos. Em 1950, Willys obtêm
a Marca Registrada Americana para a marca Jeep ®. Desde então, a propriedade
da marca registrada Jeep ®, também registrada internacionalmente, passou da
Willys-Overland para Kaiser, desta para American Motors Corporation e
finalmente para a Chrysler, e recentemente com a fusão da Daimler-Bens com a
Chrysler, para Daimler-Chrysler. Hoje, Daimler-Chrysler, possui mais de
1.100 registros para a marca registrada Jeep ® em todo mundo.O modelo CJ foi atualizado em 1953, tornando-se o CJ-3B. Foi o primeiro Jipe CJ com mudanças notáveis na carroceria de seu antecessor militar. Com um capo e grade dianteira mais altos para acomodar o novo 4 cilindros Hurricane F-Head. Embora com o mesmo deslocamento do original "Go Devil", o motor "Hurricane" tinha um trem de válvula revisado. O CJ-3B permaneceu em produção até 1968 e um total de 155.494 foram fabricado nos E.U.A. Em abril de 1953, Willys-Overland foi vendida para Henry J. Kaiser por 60 milhões de dólares. Nos 16 anos de propriedade da Kaiser, instalações industriais foram estabelecidas em 30 países, e o Jeep ® foi comercializado em mais de 150 países ao redor do mundo fazendo do Jeep ® CJ um símbolo internacional.Kaiser introduziu o CJ-5 em 1955 cuja produção e popularidade alcançaria até os anos oitenta. Teve aumento no entre eixos, comprimento total e na largura. Melhorias constantes no motor, eixos, transmissões e conforto de assento fizeram do Jeep CJ-5 o veículo ideal para o público, aumentando o interesse em atividades fora de estrada. Embora bem parecido ao CJ-3B que substituiu, caracterizou por linha mais suaves, incluindo arredondamento nas formas.No outono de 1965, um novo motor V-6 "Dauntless" foi introduzido como uma opção em ambos, no CJ-5 com entre eixos de 81 polegadas e no CJ-6 com entre eixos de 101 polegadas. Os 155 cavalos do motor quase dobrou a potência do motor padrão Hurricane de quatro cilindros. Foi a primeira vez que um Jeep CJ poderia ser equipado com um V6, mas, seria só o começo dos motores seis cilindros disponíveis que viriam nos anos seguintes
A imprensa americana mexeu com os sentimentos patrióticos quando informou que AMC estava planejando aposentar o venerável CJ.Afinal de contas, o CJ-7 era o descendente do Jeep que ajudou a ganhar a Segunda Guerra Mundial, e era tão americano quanto torta de maçã. Foi feito abaixo assinado para a AMC manter o CJ em produção. Porém, quando o Jeep Wrangler (YJ) foi finalmente apresentado no inicio de 1986, toda a confusão diminuiu. O Wrangler, o substituto do CJ, não é muito diferente. É ligeiramente menor, e os faróis retangulares dão um visual mais moderno, mas AMC sabiamente não mudou a forma básica do Jeep. É, entretanto, uma grande melhoria sobre o CJ, especialmente em termos de conforto, qualidade de rodagem e dirigibilidade. Enquanto o CJ proporciona um passeio duro e muito sacolejante, o Wrangler é muito mais agradável, mas preserva a durabilidade e valentia no fora de estrada sem rival dos CJs.Apesar de todas as melhorias, o Wrangler não é nenhuma substituição para um carro de passageiros normal. Porém, a AMC fez muitas pesquisas para projectar o Wrangler. Por exemplo, em 1978 a AMC verificou que 35 % dos donos de CJ usavam o seu Jeep fora de estrada, 17 % eram usados como transporte pessoal e só 7 % nunca tinham ido para o fora-estrada. Porém em 1984 a situação tinha mudado dramaticamente; 7 % eram usados fora de estrada, 20 % nunca tinham sido usados fora de estrada e 95 % era usados para o transporte pessoal. O gosto das pessoas tinha mudado e embora elas não praticassem fora de estrada tão freqüentemente quanto antes, elas ainda queriam a imagem de uma máquina fora de estrada. Ao mesmo tempo, as vendas do CJ tinham caído e assim o Wrangler foi projectado com tudo isso em mente. Embora o Wrangler tenha a aparência familiar do CJ-7, manteve poucas partes comuns com seu famoso antecessor. Na realidade, mecanicamente o Wrangler tem mais em comum com a Cherokee (XJ) que com o CJ-7. O Wrangler utiliza a maioria de seus componentes mecânicos vindo da Cherokee (XJ): sistema de direção, freios, eixos, caixa de transferência, transmissão, rodas, pneus e motor. Mas o Wrangler utiliza a construção carroceria e chasis similar ao CJ. O motor padrão é um 4 cilindros 2,5 litros com 121 cv de potência a 5.250 rpm com 141 lbsf de torque a 3.250 rpm. O motor opcional de seis cilindros 4,2 litros tem menos potência, 112 cv a 3.000 rpm, mas o torque é maior 210 lbsf a 2.000 rpm. A transmissão de 5 marchas do motor 4 cilindros era feita por Aisin no Japão, a transmissão de 5 marchas do motor 6 cilindros vinha da Peugeot e a transmissão de 3 marchas automática é da Chrysler. Só a caixa de transferência 4x4 Command-Trac Part-Time é disponível para o Wrangler.Como seu antecessor, o Wrangler é oferecido com dois tipos de tetos; um de lona e outro rígido ambos transmitindo o barulho e vento de fora. Mas elas são uma grande melhoria quando comparadas com as capotas dos CJs.Internamente a maior mudança é no painel. É moderno! Além do velocímetro e tacômetro (conta giros), há quatro medidores adicionais e um relógio. O Santo Antônio é equipamento padrão, e o encosto do banco traseiro não oferecem nenhum ajuste (até 1987). O Wrangler é um sucessor merecedor do CJ. O ano-modelo 1991, foi marcado pela reaparição de um nome do início dos anos 70: o Jeep Renegade 91, que constituía a forma mais bem acabada do Wrangler. Seu motor 6 cilindros de alta performance com 180 cv, disponível como opcional nos modelos Wrangler, era o mais potente de sua categoria. O Wrangler continuou a ocupar quase a metade do mercado dos 4x4 pequenos nos Estados Unidos. Mesmo com uma imagem única e potente diante da concorrência internacional e registrando vendas recordes em 1994, os concorrentes começavam a enfrentar o desafio, com um número crescente de novos modelos.
A imprensa americana mexeu com os sentimentos patrióticos quando informou que
AMC estava planejando aposentar o venerável CJ.Afinal de contas, o CJ-7 era o descendente do Jeep que ajudou a ganhar a Segunda Guerra Mundial, e era tão americano quanto torta de maçã. Foi feito abaixo assinado para a AMC manter o CJ em produção. Porém, quando o Jeep Wrangler (YJ) foi finalmente apresentado no inicio de 1986, toda a confusão diminuiu.
Como seu antecessor, o Wrangler é oferecido com dois tipos de tectos; um de lona e outro rígido ambos transmitindo o barulho e vento de fora. Mas elas são uma grande melhoria quando comparadas com as capotas dos CJs. Internamente a maior mudança é no painel. É moderno! Além do velocímetro e tacômetro, há quatro medidores adicionais e um relógio. O Santo Antônio é equipamento padrão, e o encosto do banco traseiro não oferecem nenhum ajuste (até 1987). O Wrangler é um sucessor merecedor do CJ. O ano-modelo 1991, foi marcado pela reaparição de um nome do início dos anos 70: o Jeep Renegade 91, que constituía a forma mais bem acabada do Wrangler. Seu motor 6 cilindros de alta performance com 180 cv, disponível como opcional nos modelos Wrangler, era o mais potente de sua categoria. O Wrangler continuou a ocupar quase a metade do mercado dos 4x4 pequenos nos Estados Unidos. Mesmo com uma imagem única e potente diante da concorrência internacional e registrando vendas recordes em 1994, os concorrentes começavam a enfrentar o desafio, com um número crescente de novos modelos.
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